“ Não sei onde estás, mas vives algures neste planeta e, um dia, tu e eu vamos tocar neste portão onde toco agora. A tua mão tocará nesta madeira, aqui! Depois, atravessá-la-emos e transbordaremos de futuro e de passado, e seremos um para o outro como nunca ninguém foi. Não sei porquê não nos podemos conhecer agora. Mas, um dia as nossas perguntas serão respostas e seremos surpreendidos por algo tão brilhante… e cada passo que dou é um passo mais numa ponte que temos de atravessar para nos conhecermos. Depressa, por favor!”
(A Ponte para a Eternidade – Richard Bach)
Meu momento
sábado, 3 de janeiro de 2009
Filhos se foram.Casa vazia, silenciosa...
Restam apenas os brinquedos espalhados pela casa.
Resquícios das vésperas da partida.
Reclamo do barulho, do choro, das brigas...
Pior ainda é do jeito que está.
Ainda bem que isso dura pouco.
Vou juntar os brinquedos só pra vê-los ter o prazer de espalhá-los.
Como eu gosto dessa bagunça organizada de ser mãe.
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